Notícias e informações sobre as atividades inerentes a Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Missões Setor I - Congregação do Aero Rancho - Campo Grande - MS
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
SUBSIDIO DA LIÇÃO 12 - CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL
CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL
Texto Áureo: I Tm. 4.16 – Leitura Bíblica: II Tm. 4.1-4; II Pe. 2.1-3
Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Twitter: @subsdioEBD
Objetivo: alertar a igreja para a necessidade de manter-se fiel à Palavra de Deus a fim de conservar a sã doutrina no poder do Espírito Santo.
INTRODUÇÃO
A Igreja do primeiro século enfrentou as ameaças de ensinamentos enganadores que contrariavam a palavra de Deus. As heresias judaizantes e gnosticistas demandaram dos apóstolos, especialmente de João, Paulo e Pedro, uma resposta às seitas. Nos dias atuais, a igreja pentecostal precisa está preparada para lidar com o engano, por isso, na aula de aula, atentaremos para os falsos ensinamentos dos últimos dias, a importância da valorização do estudo bíblico-teológico na igreja, e por fim, o exemplo que os pioneiros pentecostais nos legaram no intuito de conservar a pureza da doutrina pentecostal.
1. OS FALSOS ENSINOS DOS ÚLTIMOS DIAS
Ao escrever ao jovem pastor Timóteo, Paulo o admoesta para o tempo em muitos “não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (II Tm. 4.3,4). Pedro, do mesmo modo, alerta a igreja em relação aos “falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” (II Pe. 2.1). Naqueles tempos, os apóstolos lidaram com movimentos anticristãos, dentre eles os judaizantes, que impunham encargos legalistas sobre a igreja como critério para a salvação e os gnosticistas, que a partir de influências filosóficas pagãs, argumentavam que o corpo era descartável, por isso, poderia ser utilizando para pecar. Ao longo da sua história, a igreja sempre precisou responder às ameaças de ensinamentos falsos, heterodoxos, distanciados da Palavra de Deus. Nos tempo modernos não poderia ser diferente, pois as portas do inferno continuam pelejando contra a igreja de Cristo, ainda que essa tenha a promessa de que prevalecerá. Os ataques são internos são provenientes dos arraiais evangélicos, especialmente sob a influência dos movimentos pseudopentecostais. Algumas heresias, tais como a teologia da prosperidade (ou da ganância) e da confissão positiva (triunfalismo), estão minando a fé de muitos cristãos, na medida em que esses ensinos tiram o foco da igreja no que é incorruptível, e exacerba a busca desenfreada, e não poucas vezes antiéticas, por bens materiais. Externamente, a igreja tem sido ameaçada pelas influências dos movimentos políticos que impõem uma pauta de interesses contrária aos fundamentos bíblicos. Valores morais cristãos, exarados na Palavra de Deus, estão sendo desconsiderados em favor de um humanismo hedonista, que distanciados dos princípios do Criador, o que é errado está sendo acatado como certo.
2. A PALAVRA DE DEUS: ANTÍDOTO CONTRA O ENGANO
Diante de tais ameaças às doutrinas cristãs, a igreja precisa está fundamentada na Bíblia, a Palavra de Deus. Não podemos deixar de considerar que os falsos mestres se utilizam da sutileza satânica para infiltrar suas heresias na igreja (II Ts. 2.15). Por isso, Jesus alertou seus discípulos a fim de que esses tivessem cuidado com os falsos profetas, que vem até nós vestidos como ovelhas, mas que interiormente são lobos devoradores (Mt. 7.15). Paulo admoesta Timóteo para que não se faça presa fácil dos falsos mestres do engano (I Tm. 4.1) e aos crentes de Colosso para que não sejam enganados pelos falsos ensinadores (Cl. 2.4,8). Para tanto, a igreja deve conservar a pureza da doutrina através do estudo sistemático da Palavra de Deus (Tt. 2.1), já que “o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (I Tm. 4.1). A igreja precisa se voltar para a exposição da Escritura inspirada por Deus, proveitosa para todo homem de Deus seja capacitado para toda boa obra (II Tm. 3.15-17). Por outro lado, precisa dar menos ênfase aos movimentos “espetaculares” e priorizar no culto a ministração da Palavra que dissipa o engano e as trevas (Sl. 119.105). Assim como os crentes bereanos, precisamos verificar na Escritura se o que ouvimos nos púlpitos da igreja passam pelo crivo da Palavra (At. 17.11). A liderança exerce papel fundamental a esse respeito, evitando que os púlpitos da igreja sejam ocupados por pessoas descompromissadas com o autêntico evangelho de Jesus Cristo e que desconhecem os pressupostos doutrinários da fé cristã. Existem pessoas fazendo fortuna nas igrejas, supostas “celebridades” ou “artistas” que nada conhecem de Bíblia, mas que ocupam as tribunas da igreja para dar seus “tristemunhos”, tão somente para chamar a atenção de curiosos, cobrando sempre quantias vultosas. A Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, deva ter proeminência nos púlpitos, principalmente os trabalhos de ensino, os cultos de instrução e as Escolas Dominicais devam ter prioridade.
3. O EXEMPLO DOS PIONEIROS PENTECOSTAIS
Os pioneiros da fé pentecostal eram obreiros comprometidos com a conservação da sã doutrina na igreja. Daniel Berg, Gunnar e Frida Vingren, desde o princípio, tiveram a preocupação de instruir a igreja. Para esse fim, recorreram aos periódicos, à realização de Escolas Bíblicas e à Escola Bíblica Dominical, a fim de firmar os crentes assembleianos na fé pentecostal. Nils Kastberg foi um dos primeiros escritores pentecostais a pôr sua vocação a serviços da Assembléia de Deus. Orlando Boyer, incansável missionário americano, percorreu o sertão nordestino, levando a Palavra de Deus aos irmãos. Emilio Conde, um homem de notável saber filosófico-literário, compôs belos hinos e instruiu humildemente a igreja na formação bíblico-histórica do pentecostalismo. O Pr. Alcebíades Vasconcelos pastoreou várias igrejas, especialmente no nordeste, nas quais expunha sistematicamente as doutrinas bíblicas. O missionário americano Lawrence Olson, fundador da igreja em Minas Gerais, graduado em Teologia, era um exímio mestre nas Sagradas Escrituras. O Pr. João de Oliveira, professor nas Escolas Bíblicas do IBAD – Instituto Bíblico das Assembléias de Deus em Pindamonhangava. O Pr. Estevão Ângelo de Souza, renomado doutrinador da fé pentecostal, que ministrou estudos da Palavra de Deus, ressaltando, com maestria, o pentecostalismo bíblico. Não há espaço suficiente para listar o nome de todos os incansáveis obreiros e obreiras que atuaram e tem atuado com esmero no ministério do ensino, mas não podemos deixar de citar o Pr. Antonio Gilberto da Silva, um dos expoentes da educação pentecostal brasileira, idealizador do CAPED – Curso de Aperfeiçoamento de Professores das Escolas Dominical. Todos esses, a maioria já na glória celestial, servem de exemplo para que os obreiros da atualidade continuem militando pela fé que uma vez foi entregue aos santos (Jd. 3).
CONCLUSÃO
Como no princípio, a centenária Assembléia de Deus precisa responder aos falsos ensinamentos que tentam se instaurar dentro da igreja do Senhor. Para tanto, faz-se necessário que valorizemos o estudo constante da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus. Jesus foi um Mestre, um Ensinador comprometido com a Verdade, Ele é a própria Verdade (Jo. 14.6). Do mesmo modo, precisamos valorizar a instrução na igreja, seja nos cultos de doutrina, na Escola Dominical, nos estudos bíblicos e nos institutos teológicos, com a função primordial de conservar a pureza da doutrina pentecostal.
BIBLIOGRAFIA
SILVA, A. G. Manual da Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
ZIBORDI, C. S. Evangelhos que Paulo jamais pregaria. Rio de Janeiro: CPAD, 2006
domingo, 12 de junho de 2011
Classe Campeã 12/06/2011
A classe dos Adolescentes mais uma vez como campeã com o maior número de presentes
A equipe da Escola Bíblica em Ação
As classes
A equipe da Escola Bíblica em Ação
As classes
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Subsídio Lição 11 UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL
UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL
Texto Áureo: Mt. 28.19 – Leitura Bíblica: Mc. 16.15; At. 2.42-47
Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Twitter: @subsidioEBD
Objetivo: Mostrar aos alunos que uma igreja autenticamente pentecostal proclama que Jesus salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará em breve.
INTRODUÇÃO
Ao longo da sua história, a Assembléia de Deus assumiu o quadrilátero pentecostal, isto é: Jesus salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará em breve. Essa mensagem cristocêntrica precisa continuar sendo o fundamento da expressão genuinamente pentecostal. Na aula de hoje, atentaremos para cada um desses quatro aspectos doutrinários, ressaltando a necessidade de considerá-los continuamente nos dias atuais.
1. JESUS SALVA
Jesus é o Salvador, essa é uma mensagem que a igreja não pode fazer concessão. Por causa do pecado, a humanidade caminha para a perdição, distanciada de Deus (Rm. 3.23), já que o salário do pecado é a morte (Rm. 6.23). Nada há que possa ser feito em termos humanos para que se obtenha a salvação, as obras não podem justificar o ser humano diante de Deus (Ef. 2.8,9), depois da morte segue-se a juízo (Hb. 9.27). A salvação é uma provisão divina, pela graça, por meio da fé, não vem das obras para que ninguém se glorie. A religião humana, ao invés de prover salvação, distancia as pessoas de Deus, haja vista sua tendência para considerar os méritos como condição para a salvação. Jesus é o Único Caminho que leva o ser humano para Deus (Jo. 14.6). Em nenhum outro nome há salvação, seja no céu ou na terra, a não ser no nome de Jesus Cristo (At. 4.12). Ele é o Único Mediador entre Deus e os homens (I Tm. 2.5). A salvação é um projeto de Deus, a fim de que todo aquele que crer em Jesus não pereça, não seja condenado, mas tenha a vida eterna (Jo. 3.16). para tanto, a condição é acreditar, ter fé, pois com a boca se confessa a respeito da salvação (Rm. 10.9,10). Uma igreja autenticamente pentecostal proclama a mensagem da salvação, é uma igreja eminentemente missionária, que, no poder do Espírito Santo, testemunha com ousadia a respeito da mensagem da cruz, loucura para os que perecem, mas para nós que somos salvos, o poder de Deus (I Co. 1.18).
2. JESUS CURA
Uma igreja autenticamente pentecostal acredita no poder de Deus para curar. Não desprezamos a atuação dos médicos, já que o próprio Jesus destacou que são os doentes que deles precisam (Mt. 9.12). Mas acreditamos que Jesus pode, soberanamente, curar os enfermos, o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e sobre as Suas pisaduras somos sarados (Is. 53.4,5). O Jesus que curou nos tempos dos Evangelhos é o mesmo: ontem, hoje e o será eternamente (Hb. 13.9). Ele tem todo poder e autoridade, por isso, os enfermos podem se achegar até Ele, clamando por cura, os mensageiros da boa nova de Deus também podem e devem orar para que os doentes recebam a cura (Mc. 16.18). Os apóstolos foram instrumentos de Cristo para a realização de curas milagrosas, por meio da autoridade de Jesus, e sob o poder do Espírito Santo, pessoas enfermas foram restauradas, um exemplo se encontra em At. 4. A mensagem da cura divina e a disposição ministerial para orar pelos enfermos sempre foi uma marca das igrejas pentecostais. Toda igreja que se diga autenticamente pentecostal não pode desprezar essa missão. Evidentemente nem todos serão curados, mas não compete à igreja especular a respeito das razões pelas quais alguém deixa de receber o milagre. Orar pelos enfermos, clamando em submissão a Deus, no nome de Jesus, é uma observância necessária a toda igreja autenticamente pentecostal.
3. JESUS BATIZA NO ESPÍRITO SANTO
Jesus é Aquele a respeito do qual João Batista profetizou, dizendo que viria um após ele que batizaria com o Espírito Santo (Mt. 3.11). O batismo no Espírito Santo é uma das doutrinas fundamentais da fé pentecostal. A orientação de Jesus é que seus seguidores fizessem discípulos (Mt. 28.19) em todas as etnias (Mc. 16.15). Para tanto, deveriam aguardar em Jerusalém, até que do alto fossem revestidos de poder (Lc. 24.49). Antes de subir ao céu, Jesus declarou aos seus discípulos que eles receberiam o poder do Espírito Santo para que fossem testemunhas, não apenas em Jerusalém, mas em toda Judéia, Samaria e até os confins da terra. O objetivo central do Batismo no Espírito Santo é a evangelização, o desenvolvimento da obra missionária. A evidência física inicial do Batismo no Espírito, conforme aconteceu em At. 2, é a glossolalia, isto é, o ato de falar em línguas. A experiência do Batismo no Espírito Santo deva ser diferenciada do novo nascimento. Essa última ocorre no momento em que a pessoa recebe a Cristo como salvador e passa a fazer parte do Corpo de Cristo. A primeira é uma operação subseqüente, resultante de uma disposição para testemunhar com ousadia a respeito da mensagem salvadora de Jesus Cristo (At. 1.8). Toda igreja autenticamente pentecostal instrui seus membros a buscarem o batismo no Espírito Santo, a serem missionários da mensagem de salvação.
4. JESUS VOLTARÁ
Essa é a esperança da igreja de Jesus Cristo, já que Ele mesmo prometeu que voltaria para levar a Sua igreja para permanecer junto dEle (Jo. 14.1). A igreja cristã não pode perder essa mensagem de vista, pois essa é sua maior expectação, a redenção do corpo, o momento em que o que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade, que a morte será tragada na vitória (I Co. 15). O apóstolo Paulo escreveu a I Epístola aos Tessalonicenses para tratar a respeito desse assunto. Ele ensina que um dia a trombeta soará, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, os vivos serão transformados, essa é uma mensagem consoladora, pois tira o foco do desespero da morte, comum naqueles dias e também nos dias atuais (I Ts. 4.13-17). Toda igreja autenticamente pentecostal não vive sob a égide do desespero, os crentes não temem a morte, sabem que essa é apenas uma partida para estar com Cristo, o que é consideravelmente melhor (Fp.1.24). Essa esperança não deva ser motivo para a inércia, antes um estímulo para que quando Ele voltar sejamos encontrados na labuta, desenvolvendo os talentos que Ele nos confiou. Os crentes pentecostais precisam buscar mais as coisas do alto (Cl. 3.1), valorizarem menos os bens terrenos, entesourarem mais no céu, onde o ladrão não rouba e a traça não corrói (Mt. 6.20). Uma igreja autenticamente pentecostal não marca datas para a volta de Cristo, pois sabe que a qualquer momento a trombeta soará, por esse motivo, enquanto O aguarda, leva adiante a mensagem do reino de Deus (At. 1.11).
CONCLUSÃO
A mensagem quadrangular, de que Cristo salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará para arrebatar a Sua igreja, deva continuar sendo o mote da Assembléia de Deus. Se quisermos ser uma igreja autenticamente pentecostal, não devemos barganhar em relação a esses princípios. Somente Jesus salva o pecador, Ele continua o mesmo, por isso pode curar, de acordo com Sua soberana vontade, e, por fim, voltará para levar a Sua igreja para junto dEle, seja por meio do arrebatamento ou da ressurreição dos mortos.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, C. C. de. As verdades centrais da fé cristã. Rio de Janeiro. CPAD, 2006.
HORTON, S. M. Teologia sistemática. Rio de Janeiro
domingo, 5 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Subsidio Lição 10 -Assembleia de Deus -100 anos de Pentecostes
Um relato histórico de nossas origens pentecostais
LIÇÃO 10 - ASSEMBLÉIA DE DEUS - 100 ANOS DE PENTECOSTES
INTRODUÇÃO
Este ano estamos celebrando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil. Teológica e biblicamente, vivemos a realidade de um movimento que, nascido no dia de Pentecostes (Atos 2) vem incendiando o mundo com o evangelho completo de nosso Senhor Jesus Cristo. Isso significa que nossa igreja não é uma simples denominação, mas é um avivamento autenticamente bíblico. Nossa teologia é fundamentada na Bíblia Sagrada. A Assembleia de Deus não nasceu por acaso, foi o próprio Deus quem a fez. Você faz parte dessa história!
I - O PENTECOSTALISMO BRASILEIRO
O movimento pentecostal brasileiro pode ser dividido em três ondas estabelecidas por suas características sócio-religiosas e contexto cronológico. Considerando-se ainda existem hoje centenas de “ministérios independentes” ou novas denominações surgindo anualmente no Brasil e no mundo.
a) Primeira Onda - Conhecida como Pentecostalismo Clássico, abrangeu o período de 1910 a 1950, com a implantação no país da fundação da Igreja Cristã no Brasil e da Assembléia de Deus até sua difusão em todo território nacional.
b) Segunda Onda - A segunda onda começou a surgir na década de 1950, quando chegaram a São Paulo dois missionários norte-americanos da International Church of The Foursquare Gospel. Fundaram a Igreja do Evangelho Quadrangular. Sugindo posteriormente o Ministério Cristo Vive, O Brasil para Cristo, Igreja Pentecostal Deus é Amor, Casa da Bênção, Igreja Unida, Igreja de Nova Vida e diversas igrejas pentecostais menores como a Igreja Presbiteriana Pentecostal, dentre outras.
c) Terceira Onda - A terceira onda, chamada de Neo-Pentecostalismo, teve início na segunda metade dos anos 1970. Fundadas por brasileiros, as mais antigas são a Igreja Universal do Reino de Deus (Rio de Janeiro, 1977), liderada pelo bispo Edir Macedo, e a Igreja Internacional da Graça de Deus (Rio de Janeiro, 1980), liderada e fundada pelo missionário R. R. Soares, ambas presentes na área televisiva com seus televangelistas.
Posteriormente, temos o surgimento da Renascer em Cristo (São Paulo, 1986) e da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra (Brasília, 1992).
II - O INÍCIO DO PENTECOSTALISMO CLÁSSICO OU MODERNO DE 1901 - 1906
Na virada do século XX, ondas de avivamento estavam acontecendo em várias partes do mundo, com destaque para os EUA, onde Charles Fox Parham começou a pregar sobre os dons do Espírito Santo. Em 1º de janeiro de 1901 Agnes N. Ozman, uma jovem de 18 anos, aluna da escola bíblica Betel fundada por Parham, recebeu o batismo com o Espírito Santo. Nos dias seguintes outros alunos e o próprio Parham receberam a promessa, com a evidência do falar em outras línguas. Porém, foi através do ministério de William J. Seymour, um dos alunos de Charles Fox Parhram, que o movimento pentecostal moderno ou clássico ganhou força surgindo assim posteriormente as Assembleias de Deus do Brasil. Historicamente, a fundação das Assembleias de Deus brasileira está ligada ao avivamento americano e posteriormente, à cooperação da igreja em Estocolmo, Suécia.
III - O CHAMADO MISSIONÁRIO DOS PIONEIROS - DANIEL BERG E GUNNAR VINGREN
O modo como Deus vai conduzir estes dois jovens a Belém do Pará é um dos capítulos mais belos e comoventes da história das Assembleias de Deus. Por si só, é um legado da providência a todos nós.
3.1 Daniel Gustav Högberg - Nasceu em 19 de abril de 1884 na pequena cidade de Vargön, Suécia, lugarejo onde cresceu. Seus pais, Gustav Verner Höngberg e Fredika Högberg. Em 12 de fevereiro de 1899, aos 15 anos, foi batizado nas águas ao lado de seu amigo de infância Lewi Pethus. Aos 18 anos, Daniel Berg embarca para os Estados Unidos no navio M. S. Romeu, chegando a cidade de Boston em 25 de março de 1902. Nos EUA, esteve durante sete anos, onde aprendeu a profissão de fundidor, que no futuro lhe serviria na obra missionária. Em 1909, Daniel Berg voltou á Suécia para ver seus pais. Ali, ao reencontrar seu amigo Lewi Pethrus, que agora já era pastor de uma avivada igreja na cidade vizinha de Lidköping, passou a desejar também o Batismo com o Espírito Santo. Neste mesmo ano, Daniel Berg retorna aos EUA, sendo batizado com o Espírito Santo durante a viagem.
Em Chicago participa de uma conferência bíblica e encontra-se com Gunnar Vingren, com quem compartilha a chamada divina e estreita laços ministeriais que nunca mais foram desfeitos.
3.2 Adolf Gunnar Vingren - Nasceu num lar evangélico, em 8 de agosto de 1879, em Östra Husby, Östergotland, Suécia. Seu pai era jardineiro, profissão que Vingren exercera até os 19 anos. Gunnar Vingren sentiu a chamada de Deus pela primeira vez aos 9 anos de idade. Porém, esteve longe da igreja entre os 12 e 17 anos, retornando durante um culto de vigília. Em 1897, aos 18 anos, foi batizado nas águas em Smaland, Suécia, vindo a assumir a liderança da Escola Dominical. Mas, foi lendo um artigo sobre missões, nesse mesmo ano, que foi impactado pela chamada de Deus para a obra missionária no dia 14 de julho. No ano seguinte, Gunnar Vingren participou de uma Escola Bíblica em Götabro, Närke, onde foi muito tocado pelos estudos. Dos 55 participantes, entre homens e mulheres, cerca de 20 foram enviados como evangelistas; entre eles, o jovem Gunnar Vingren. Vingren seguiu o destino de muitos jovens pelo mundo: mudou-se para os Estados Unidos da América. Em setembro de 1904, mudou-se para Chicago, onde durante 4 anos estudou Teologia, cooperando com muitas igrejas naquela cidade.
Foi diplomado em maio de 1909. Durante toda sua permanência esteve ligado a igreja sueca naquele país. Em novembro de 1909 ele visitou a Primeira Igreja Batista Sueca de Chicago, em uma conferência bíblica, onde foi batizado com o Espírito Santo e encontrou Daniel Berg. A biografia de Gunnar Vingren estaria incompleta se não fizéssemos referência a irmã Frida Strandberg Vingren, a quem conheceu em 1º de agosto de 1917 durante uma viagem que fez a Suécia. Nesta ocasião, Frida compartilhou a Vingren que também tinha uma chamada de Deus para o Brasil. Eles casaram em 16/10/1917, em Belém do Pará, numa cerimônia celebrada pelo Pr. Samuel Nystron.
IV - A FUNDAÇÃO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL
O dia 19 de novembro de 1910 é um marco da ação de Deus em Belém do Pará e no Brasil. Naquele dia, provenientes dos Estados Unidos no navio a vapor Clement, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg desembarcaram em Belém, na Escadinha da Estação das Docas, em obediência a uma expressa chamada de Deus. Eles não sabiam falar a língua pátria, não tinham dinheiro, não podiam contar com amigos nem instituições de apoio; em suma, não tinham nenhuma garantia. Mas, com a ajuda de Deus, lançaram as bases do maior Movimento Pentecostal do mundo, a Igreja Assembleias de Deus no Brasil.
Em 19 de novembro de 1910, os jovens suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg aportaram em Belém, capital do estado do Pará, vindos dos EUA. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia - o falar em línguas estranhas - como a evidência inicial. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos EUA (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor negro leigo, chamado William Joseph Seymour, na Rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram ao Brasil, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da humanidade e a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais.
V - A FUNDAÇÃO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM PERNAMBUCO
A obra das Assembleias de Deus no estado de Pernambuco começou no ano de 1916, fruto do trabalho dos pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren com o envio de um irmão vindo do Pará. Seu nome era Adriano Nobre, um crente que fora presbiteriano, seu primo era Raimundo Nobre que era estudante do seminário Batista do Norte em Recife-PE. Depois de receber dos pioneiros a mensagem pentecostal, Adriano, cujos pais eram seringalistas no Pará foi enviado ao Recife para visitar esta terra abençoada.
No ano de 1917, o casal Joel Frans Adolph Carlison e Signe Hedlund Carlison recém-casados foram enviados como missionário pelo pastor Lewi Pethrus da igreja em Estocolmo na Suécia para realizar a obra no Brasil. Em 20 de outubro de 1918 o irmão Adriano Nobre regressa precisando voltar para o Pará. Foi então enviado o casal Joel Frans Adolph Carlison e Signe Hedlund Carlison, que chegaram da Suécia naquele mesmo ano para trabalhar especificamente em Recife, para fundar e formar a Assembleia de Deus no estado de Pernambuco. Por esta razão, o missionário Joel Frans Adolph Carlison, é considerado, com razão, o “Pai” das Assembleias de Deus Pernambucana. Foi por meio do trabalho dos irmãos Carlison que, finalmente, DE FATO, nasceu a Assembleia de Deus em Pernambuco. Quatro dias após a chegada do casal em solo recifense, o pastor Joel Frans Adolph Carlison dirigiu o primeiro culto, na casa do irmão João Ribeiro e até hoje esta obra vem crescendo para glória de Deus!
CONCLUSÃO
Nestes 100 anos de Assembleia de Deus no Brasil, nos resta é comemorar e agradecer a Deus por tão grande benção proporcionada à nossa nação, pois somos fruto desse trabalho pioneiro que continua crescendo dia após dia, com a graça de Deus e a cooperação do Espírito Santo, continuemos pregando que Jesus salva, cura, batiza com Espírito Santo e em breve voltará para buscar a Sua Igreja.
REFERÊNCIAS
CONDE, Emílio. História das Assembleias de Deus no Brasil. CPAD.
VINGREN, Ivar. Despertamento Apostólico no Brasil. CPAD.
OMENA, Eraldo. Síntese Histórica da Assembleia de Deus em Pernambuco. GFLL.
ARAUJO, Isael. Dicionário do Movimento Pentecostal. CPAD.
RAIOL, Rui. Centenário das Assembleias de Deus. EURO.
LIÇÃO 10 - ASSEMBLÉIA DE DEUS - 100 ANOS DE PENTECOSTES
INTRODUÇÃO
Este ano estamos celebrando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil. Teológica e biblicamente, vivemos a realidade de um movimento que, nascido no dia de Pentecostes (Atos 2) vem incendiando o mundo com o evangelho completo de nosso Senhor Jesus Cristo. Isso significa que nossa igreja não é uma simples denominação, mas é um avivamento autenticamente bíblico. Nossa teologia é fundamentada na Bíblia Sagrada. A Assembleia de Deus não nasceu por acaso, foi o próprio Deus quem a fez. Você faz parte dessa história!
I - O PENTECOSTALISMO BRASILEIRO
O movimento pentecostal brasileiro pode ser dividido em três ondas estabelecidas por suas características sócio-religiosas e contexto cronológico. Considerando-se ainda existem hoje centenas de “ministérios independentes” ou novas denominações surgindo anualmente no Brasil e no mundo.
a) Primeira Onda - Conhecida como Pentecostalismo Clássico, abrangeu o período de 1910 a 1950, com a implantação no país da fundação da Igreja Cristã no Brasil e da Assembléia de Deus até sua difusão em todo território nacional.
b) Segunda Onda - A segunda onda começou a surgir na década de 1950, quando chegaram a São Paulo dois missionários norte-americanos da International Church of The Foursquare Gospel. Fundaram a Igreja do Evangelho Quadrangular. Sugindo posteriormente o Ministério Cristo Vive, O Brasil para Cristo, Igreja Pentecostal Deus é Amor, Casa da Bênção, Igreja Unida, Igreja de Nova Vida e diversas igrejas pentecostais menores como a Igreja Presbiteriana Pentecostal, dentre outras.
c) Terceira Onda - A terceira onda, chamada de Neo-Pentecostalismo, teve início na segunda metade dos anos 1970. Fundadas por brasileiros, as mais antigas são a Igreja Universal do Reino de Deus (Rio de Janeiro, 1977), liderada pelo bispo Edir Macedo, e a Igreja Internacional da Graça de Deus (Rio de Janeiro, 1980), liderada e fundada pelo missionário R. R. Soares, ambas presentes na área televisiva com seus televangelistas.
Posteriormente, temos o surgimento da Renascer em Cristo (São Paulo, 1986) e da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra (Brasília, 1992).
II - O INÍCIO DO PENTECOSTALISMO CLÁSSICO OU MODERNO DE 1901 - 1906
Na virada do século XX, ondas de avivamento estavam acontecendo em várias partes do mundo, com destaque para os EUA, onde Charles Fox Parham começou a pregar sobre os dons do Espírito Santo. Em 1º de janeiro de 1901 Agnes N. Ozman, uma jovem de 18 anos, aluna da escola bíblica Betel fundada por Parham, recebeu o batismo com o Espírito Santo. Nos dias seguintes outros alunos e o próprio Parham receberam a promessa, com a evidência do falar em outras línguas. Porém, foi através do ministério de William J. Seymour, um dos alunos de Charles Fox Parhram, que o movimento pentecostal moderno ou clássico ganhou força surgindo assim posteriormente as Assembleias de Deus do Brasil. Historicamente, a fundação das Assembleias de Deus brasileira está ligada ao avivamento americano e posteriormente, à cooperação da igreja em Estocolmo, Suécia.
III - O CHAMADO MISSIONÁRIO DOS PIONEIROS - DANIEL BERG E GUNNAR VINGREN
O modo como Deus vai conduzir estes dois jovens a Belém do Pará é um dos capítulos mais belos e comoventes da história das Assembleias de Deus. Por si só, é um legado da providência a todos nós.
3.1 Daniel Gustav Högberg - Nasceu em 19 de abril de 1884 na pequena cidade de Vargön, Suécia, lugarejo onde cresceu. Seus pais, Gustav Verner Höngberg e Fredika Högberg. Em 12 de fevereiro de 1899, aos 15 anos, foi batizado nas águas ao lado de seu amigo de infância Lewi Pethus. Aos 18 anos, Daniel Berg embarca para os Estados Unidos no navio M. S. Romeu, chegando a cidade de Boston em 25 de março de 1902. Nos EUA, esteve durante sete anos, onde aprendeu a profissão de fundidor, que no futuro lhe serviria na obra missionária. Em 1909, Daniel Berg voltou á Suécia para ver seus pais. Ali, ao reencontrar seu amigo Lewi Pethrus, que agora já era pastor de uma avivada igreja na cidade vizinha de Lidköping, passou a desejar também o Batismo com o Espírito Santo. Neste mesmo ano, Daniel Berg retorna aos EUA, sendo batizado com o Espírito Santo durante a viagem.
Em Chicago participa de uma conferência bíblica e encontra-se com Gunnar Vingren, com quem compartilha a chamada divina e estreita laços ministeriais que nunca mais foram desfeitos.
3.2 Adolf Gunnar Vingren - Nasceu num lar evangélico, em 8 de agosto de 1879, em Östra Husby, Östergotland, Suécia. Seu pai era jardineiro, profissão que Vingren exercera até os 19 anos. Gunnar Vingren sentiu a chamada de Deus pela primeira vez aos 9 anos de idade. Porém, esteve longe da igreja entre os 12 e 17 anos, retornando durante um culto de vigília. Em 1897, aos 18 anos, foi batizado nas águas em Smaland, Suécia, vindo a assumir a liderança da Escola Dominical. Mas, foi lendo um artigo sobre missões, nesse mesmo ano, que foi impactado pela chamada de Deus para a obra missionária no dia 14 de julho. No ano seguinte, Gunnar Vingren participou de uma Escola Bíblica em Götabro, Närke, onde foi muito tocado pelos estudos. Dos 55 participantes, entre homens e mulheres, cerca de 20 foram enviados como evangelistas; entre eles, o jovem Gunnar Vingren. Vingren seguiu o destino de muitos jovens pelo mundo: mudou-se para os Estados Unidos da América. Em setembro de 1904, mudou-se para Chicago, onde durante 4 anos estudou Teologia, cooperando com muitas igrejas naquela cidade.
Foi diplomado em maio de 1909. Durante toda sua permanência esteve ligado a igreja sueca naquele país. Em novembro de 1909 ele visitou a Primeira Igreja Batista Sueca de Chicago, em uma conferência bíblica, onde foi batizado com o Espírito Santo e encontrou Daniel Berg. A biografia de Gunnar Vingren estaria incompleta se não fizéssemos referência a irmã Frida Strandberg Vingren, a quem conheceu em 1º de agosto de 1917 durante uma viagem que fez a Suécia. Nesta ocasião, Frida compartilhou a Vingren que também tinha uma chamada de Deus para o Brasil. Eles casaram em 16/10/1917, em Belém do Pará, numa cerimônia celebrada pelo Pr. Samuel Nystron.
IV - A FUNDAÇÃO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL
O dia 19 de novembro de 1910 é um marco da ação de Deus em Belém do Pará e no Brasil. Naquele dia, provenientes dos Estados Unidos no navio a vapor Clement, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg desembarcaram em Belém, na Escadinha da Estação das Docas, em obediência a uma expressa chamada de Deus. Eles não sabiam falar a língua pátria, não tinham dinheiro, não podiam contar com amigos nem instituições de apoio; em suma, não tinham nenhuma garantia. Mas, com a ajuda de Deus, lançaram as bases do maior Movimento Pentecostal do mundo, a Igreja Assembleias de Deus no Brasil.
Em 19 de novembro de 1910, os jovens suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg aportaram em Belém, capital do estado do Pará, vindos dos EUA. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia - o falar em línguas estranhas - como a evidência inicial. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos EUA (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor negro leigo, chamado William Joseph Seymour, na Rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram ao Brasil, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da humanidade e a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais.
V - A FUNDAÇÃO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM PERNAMBUCO
A obra das Assembleias de Deus no estado de Pernambuco começou no ano de 1916, fruto do trabalho dos pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren com o envio de um irmão vindo do Pará. Seu nome era Adriano Nobre, um crente que fora presbiteriano, seu primo era Raimundo Nobre que era estudante do seminário Batista do Norte em Recife-PE. Depois de receber dos pioneiros a mensagem pentecostal, Adriano, cujos pais eram seringalistas no Pará foi enviado ao Recife para visitar esta terra abençoada.
No ano de 1917, o casal Joel Frans Adolph Carlison e Signe Hedlund Carlison recém-casados foram enviados como missionário pelo pastor Lewi Pethrus da igreja em Estocolmo na Suécia para realizar a obra no Brasil. Em 20 de outubro de 1918 o irmão Adriano Nobre regressa precisando voltar para o Pará. Foi então enviado o casal Joel Frans Adolph Carlison e Signe Hedlund Carlison, que chegaram da Suécia naquele mesmo ano para trabalhar especificamente em Recife, para fundar e formar a Assembleia de Deus no estado de Pernambuco. Por esta razão, o missionário Joel Frans Adolph Carlison, é considerado, com razão, o “Pai” das Assembleias de Deus Pernambucana. Foi por meio do trabalho dos irmãos Carlison que, finalmente, DE FATO, nasceu a Assembleia de Deus em Pernambuco. Quatro dias após a chegada do casal em solo recifense, o pastor Joel Frans Adolph Carlison dirigiu o primeiro culto, na casa do irmão João Ribeiro e até hoje esta obra vem crescendo para glória de Deus!
CONCLUSÃO
Nestes 100 anos de Assembleia de Deus no Brasil, nos resta é comemorar e agradecer a Deus por tão grande benção proporcionada à nossa nação, pois somos fruto desse trabalho pioneiro que continua crescendo dia após dia, com a graça de Deus e a cooperação do Espírito Santo, continuemos pregando que Jesus salva, cura, batiza com Espírito Santo e em breve voltará para buscar a Sua Igreja.
REFERÊNCIAS
CONDE, Emílio. História das Assembleias de Deus no Brasil. CPAD.
VINGREN, Ivar. Despertamento Apostólico no Brasil. CPAD.
OMENA, Eraldo. Síntese Histórica da Assembleia de Deus em Pernambuco. GFLL.
ARAUJO, Isael. Dicionário do Movimento Pentecostal. CPAD.
RAIOL, Rui. Centenário das Assembleias de Deus. EURO.
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